1 de mai de 2016

01 DE MAIO - Celebração do Dia

Asherah por Thalia Took
Comemoração de Asherah, a grande mãe dos semitas, celebrada como a Árvore da Vida com oferendas de frutas e fitas amarradas nas árvores. Considerada a própria força da vida, esta Deusa era invocada nos partos e nos plantios. Nos templos, era representada por um pedaço bruto de madeira chamado 
"asherah" mas, nos altares domésticos, estatuetas de argila mostravam-na como uma mulher-árvore, com os pés na terra e de cujo ventre nasciam todos os seres. Seu culto foi perseguido e depois abolido pelos hebreus patriarcais, mas sua força, profundamente enraizada nos corações dos homens, emergiu em outras culturas, sob outros nomes, como Ashnan, na Suméria e Athirat, no Egito.

Dia dedicado à deusa greco-romana Maia. Essa deusa do fogo regia o calor vital e a sexualidade. 

Durante suas festas, era permitida uma certa licenciosidade e liberdade sexual. Posteriormente, na Igreja Católica, esta data foi dedicada a Maria, a Rainha do Céu e, em lugar dos rituais sexuais de fertilidade, declarou-se Maio o mês dos casamentos.

Festival druídico celebrando a união da Deusa com o Deus e o renascimento do Sol, marcando a "morte" do inverno e o "nascimento" da primavera. Na madrugada deste dia, os Druidas recolhiam o orvalho dos campos para usa-lo em encantamentos de boa sorte. No decorrer do dia, concursos de poesias e musicas, competições esportivas e danças sagradas circulares. Os celtas celebravam, neste dia, Creiddylad ou Cordélia, a deusa do amor, da paixão e das flores de verão. Para conquistá-la, o deus do ar e o deus do mundo subterrâneo lutavam entre si.

Comemoração de Tanith, a deusa cartaginense representada como a regente do céu. Tanith era representada como uma criatura alada, com o zodíaco envolvendo sua cabeça, usando um vestido coberto de estrelas e segurando nas mãos o Sol e a Lua. Os povos púnicos chamavam-na de Mãe e acreditavam que tinham vindo de seu reino, o céu.

Celebração da deusa finlandesa Rauni, a guardiã do trovão. Sua árvore sagrada era a sorveira, uma árvore mágica nascida de seu amor com o deus dos relâmpagos, cujas folhas, frutos e galhos eram usados em rituais e encantamentos mágicos.

*informações extraídas do livro “O Anuário da Grande Mãe”, de Mirella Faur.  http://www.teiadethea.org/

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