30 de jun de 2016

30 DE JUNHO - Celebração do Dia

Oferendas e rituais de agradecimento para Zaramama, a Mãe dos Grãos no antigo Peru. Acreditava-se que ela encarnava na terra na forma de espigas de milho com alguma característica especial, como espigas germinadas ou de cores estranhas. As pessoas ofertavam-lhe espigas, pendurando-as nas árvores, algumas delas "vestidas" como se fossem mulheres, com saias e xales. Depois das danças ritualísticas ao redor das árvores enfeitadas com as oferendas, as espigas eram queimadas para assegurar uma boa colheita e as pessoas festejavam bebendo cerveja de milho.


Dia de Aestas, a deusa do milho e do verão, celebrada em Roma durante o Festival de Aestatis.

Ritual do Dia:
Honre, você também, as deusas dos grãos fazendo, pessoalmente, um pão ou um bolo. Reúna seus familiares ao redor de uma mesa enfeitada com espigas de trigo e de milho e faça uma oração de agradecimento pelo seu sustento. Agradeça à Mãe Terra, às deusas dos grãos e frutos, aos Devas e a todos os seres elementais. Peça para que jamais lhe falte alimento e lembre-se de todas as crianças famintas do mundo, mentalizando soluções para seu sofrimento. Reparta o pão ou bolo com seus familiares e leve um pedaço a uma árvore, junto com uma espiga ou punhado de milho e uma fruta. Ofereça-os como gratidão às deusas dos grãos e assuma o compromisso de ajudar as crianças carentes ou abandonadas.

*informações extraídas do livro “O Anuário da Grande Mãe”, de Mirella Faur.  http://www.teiadethea.org/


29 de jun de 2016

MULHERE-SE | SAGRADO FEMININO

Publicado em 24 de jun de 2016
MULHERE-SE | Sagrado Feminino
A importância do resgate da força para superar a sociedade machista e patriarcal, que violenta e oprime as mulheres.
Com Sarau de poesia e poema de Raquel Anwar e Helena Ferreira
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MULHERE-SE | SAGRADO FEMININO BL02


Publicado em 24 de jun de 2016
MULHERE-SE | Sagrado Feminino
A importância do resgate da força para superar a sociedade machista e patriarcal, que violenta e oprime as mulheres, com Biografia de Maria Alves Bomtempo Duca, contado por sua neta Maria Laura Moreira, Com a artista Mary Astrus. 

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FILMES - Melancolia

Três personagens assumem diferentes identidades para escapar de uma vida de dor e sofrimento. Alberta vive uma prostituta relutante, Julian seu cafetão e Rina uma freira dedicada à caridade. Assim, eles diluem sua raiva.

Prêmio Orizzonti no Festival de Veneza de 2008

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29 DE JUNHO - Celebração do Dia

Neste dia, nos rituais de Santeria cubanos, celebra-se o deus Elegbá ou Legba, o senhor dos caminhos, das porteiras e das encruzilhadas, cujo equivalente na Umbanda brasileira é o Exu Guardião. Originariamente, um antigo deus solar em Dahomey, atualmente é uma poderosa divindade do panteão vodu.

Antigamente, em Dahomey, celebrava-se, neste dia, Minona ou Marmoninon, a deusa do bem e do mal, detentora de poderes mágicos, mãe, guardiã e protetora das mulheres. Acreditava-se que ela morava nas florestas e podia ensinar a magia - para o bem ou para o mal - a todos que a agradassem e homenageassem. Conhecida como mãe de Legba e de , ela ensinava, também, a adivinhação com sementes de palmeiras. Todas as mulheres tinham um altar para Minona em suas casas, onde lhe ofertavam frutas frescas e pediam -lhe proteção e fartura.

Nas Américas Central e do Sul festeja-se, neste dia, São Pedro, reminiscência das antigas festas solares deste mês. Em Malta, comemora-se o festival Mnarja, reminiscência de uma antiga festa da colheita.

Ritual do Dia:
Aproveite as energias e presságios deste dia e conecte-se ao seu guardião, reverenciando-o de acordo com sua fé e conhecimento. Peça-lhe proteção, abertura dos caminhos e força para vencer os obstáculos de sua vida. Consulte algum oráculo para uma orientação especifica ou prepare alguma defesa para si como um talismã, patuá, amuleto ou runa de proteção.

*informações extraídas do livro “O Anuário da Grande Mãe”, de Mirella Faur.  http://www.teiadethea.org/

28 de jun de 2016

28 DE JUNHO - Celebração do Dia

Celebração de Lâmia, antiga deusa das serpentes reverenciada na Líbia e em Creta, transformada, posteriormente, na rival de Hera. Nos textos medievais, ela aparece como uma figura grotesca, um monstro que assustava as crianças à noite. Provavelmente, Lâmia era uma variante de Lamashtu, a Mãe dos Deuses da Babilônia, venerada como uma serpente gigante com cabeça de mulher. Apesar de Lamashtu ser temida como uma deusa destruidora, ela era considerada, também, a Mãe Criadora e senhora do céu. 

Na Bíblia, Lâmia aparece como Sinônimo de Lilith, como um monstro noturno e bruxa.


Celebração da deusa grega da alvorada e do dia Hemera, com danças e orações, do nascer do dia até o pôr-do-sol. Era filha da deusa da noite Nyx, que também era mãe das Hespérides, as deusas estelares.

Celebração de Santa Marta, na França, cuja lenda reproduz um dos atributos da Deusa como senhora dos dragões e das serpentes.

Ritual do Dia:
Acorde cedo neste dia e faça uma prática de revitalização e harmonização como yôga, tai chi chuan ou chi kun. Saúde o Sol, direcionando seus primeiros raios para seus chacras. Ore por sua saúde e vigor físico. Visualize algum novo projeto ou desejo sendo iluminado e favorecido pelas energias cósmicas do céu e do Sol, materializando-se na Terra. Desperte o fogo da serpente que existe em você e enfrente, corajosamente, as nuvens escuras e os inimigos, declarados ou ocultos.

*informações extraídas do livro “O Anuário da Grande Mãe”, de Mirella Faur.  http://www.teiadethea.org/

27 de jun de 2016

MÚSICA - Cânticos Sagrados da Antiga Religião

Cânticos Sagrados da Antiga Religião


  • Richard Pasquale
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  • Última atualização em 15 de jul de 2013

27 DE JUNHO - Celebração do Dia

Arretophoria, festival das Ninfas e das deusas virgens e lunares como Ártemis, Diana, Selene, 
Luna, Hymnia, Daphne, 
Athena e Minerva.


Em Roma festejavam-se, também neste dia, as divindades dos lares Mania Mana, chamadas também de Lares ou Manes.

Dança anual do Sol dos índios das planícies norte-americanas, honrando o Sol e a luz do verão com jejuns, orações, danças e rituais de cura. Pedia-se ao Grande Espírito para que todos tivessem saúde, paz, prosperidade e felicidade.

Festa do Espinheiro na Inglaterra. Neste dia, as crianças da cidade de Appleton decoram o maior espinheiro da cidade com flamulas, fitas e flores, dançando depois a seu redor. Acredita-se que essa festa é uma reminiscência das antigas cerimonias pagãs de culto às árvores.

Ritual do Dia:
Inspire-se neste antigo costume e faça um arranjo de ikebana ou compre um "bonsai". Se você tiver jardim, escolha a maior árvore e enfeite-a a seu gosto, salpicando-a com alpiste ou painço para os pássaros. Agradeça ao Povo das Árvores pela energia e força que nos fornecem e empenhe-se em algum projeto de preservação das florestas.

*informações extraídas do livro “O Anuário da Grande Mãe”, de Mirella Faur.  http://www.teiadethea.org/

26 de jun de 2016

26 DE JUNHO - Celebração do Dia

Na Polinésia, reverenciava-se a Mãe Ancestral, criadora da vida, da Terra e de todos os seres, com oferendas e orações para assegurar a nutrição, a saúde e a segurança de seu povo. 

Dependendo do lugar, seu nome era Ligapup, Lorop ou Papa.


Niman Kachina, a chegada dos Kachinas nos Pueblos Hopi, nos Estados Unidos, festejados durante dez dias com danças e cantos. Os Kachinas eram divindades ligadas às forças da natureza e, uma vez por ano, traziam bênçãos para as pessoas, voltando depois para seu mundo subterrâneo.

Dança do Milho dos índios Iroquois, celebrando a colheita e agradecendo às divindades da Terra e da natureza: Eithinoha, a Mãe Terra e mãe do milho e Aataentsic, "A Mulher que Caiu do Céu", mãe dos ventos e criadora da vida.

Celebração de Feng Po, a deusa chinesa do tempo, senhora dos ventos e dos animais selvagens. Feng Po controlava os ventos cavalgando um tigre dourado e guardando-os em sua grande sacola presa  nas costas.

No folclore irlandês, acredita-se que ao meio-dia pode ser vista a entrada secreta para o centro da terra no topo do monte Scartaris.

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25 de jun de 2016

FILMES - O Clube das Mães Solteiras

Unidas por um incidente na escola dos filhos, um grupo de mães solteiras se une e cria uma aliança. Juntas elas se divertem tentando encontrar graça nas dificuldades diárias da vida.

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DOCUMENTÁRIOS - Vandana Shiva – O Tempo e o Modo

Vandana Shiva alia a física quântica ao ativismo social para resistir pacificamente a um sistema que considera ter colonizado a terra, a vida e o espírito. Conta-nos como começou a defender a floresta, as sementes e os modos de vida e produção locais contra o controlo e o registo de patentes feitos pelas multinacionais.

A análise de Shiva vai mais além: remete-nos para as profundas implicações que o sistema capitalista patriarcal tem na construção de um mundo desigual, com consequências dramáticas, como a fome ou as alterações climáticas, que, para Shiva, são sintomas de implosão de uma civilização que falha material e espiritualmente. A nossa civilização, para sobreviver, terá de rever o seu modelo de compreensão e de interação com o mundo, tendo como exemplo o conhecimento holístico das civilizações chinesa e indiana, que, para Shiva, sobreviveram à História essencialmente porque diferem do Ocidente na relação que estabeleceram com a natureza. 
Fonte: http://www.rtp.pt/programa/tv/p28865/e6#sthash.fRArMvHQ.dpuf



Vandana Shiva alia a física quântica ao ativismo social para resistir pacificamente a um sistema que considera ter colonizado a terra, a vida e o espírito. Conta-nos como começou a defender a floresta, as sementes e os modos de vida e produção locais contra o controlo e o registo de patentes feitos pelas multinacionais.

A análise de Shiva vai mais além: remete-nos para as profundas implicações que o sistema capitalista patriarcal tem na construção de um mundo desigual, com consequências dramáticas, como a fome ou as alterações climáticas, que, para Shiva, são sintomas de implosão de uma civilização que falha material e espiritualmente. A nossa civilização, para sobreviver, terá de rever o seu modelo de compreensão e de interação com o mundo, tendo como exemplo o conhecimento holístico das civilizações chinesa e indiana, que, para Shiva, sobreviveram à História essencialmente porque diferem do Ocidente na relação que estabeleceram com a natureza."

25 DE JUNHO - Celebração do Dia

Na Índia, celebra-se Teej, o festival de Parvati, a grande deusa dos Himalaias

Ela é a manifestação de Shakti, a consorte de Shiva, mãe de Ganesha, o deus com corpo humano e cabeça de elefante. Parvati era um dos aspectos de Devi, a Grande Mãe hindu e representava o amor, a paixão e a sexualidade. Filha do éter e do intelecto, ela era a regente dos elfos e dos espíritos da terra. Era considerada a personificação do Monte Himalaia, sendo diversificada em várias deusas regionais ligadas às forças da terra, da natureza, da inteligência e da criatividade.


Parvati pode ser invocada para se aprender o equilíbrio entre o físico e o espiritual, buscar alegria, harmonia, sabedoria e realização sexual, conectando, assim, seus múltiplos aspectos.

Festa escandinava celebrando as deusas protetoras da fertilidade e da sexualidade Foseta, Frigga, Freyja, Ingeborg e Yngvi.

Festa neo-pagã dos adeptos homossexuais da tradição Wicca, celebrando a Deusa, a vida, o amor e a liberdade de se expressar de forma pessoal, sem se deixar influenciar por preconceitos, seguindo apenas a voz do coração.

*informações extraídas do livro “O Anuário da Grande Mãe”, de Mirella Faur.  http://www.teiadethea.org/

24 de jun de 2016

24 DE JUNHO - Celebração do Dia

Neste dia, no calendário inca, celebrava-se o deus solar Inti no grande festival de Inti Raymi, representado como um homem cuja cabeça era o disco dourado do Sol, Inti era consorte e irmão de Mama Quilla, a deusa da Lua.

A reminiscência atual dessa festa antiga é a comemoração, em vários lugares, do Dia de São João com danças ao redor de fogueiras, como no México, Novo México, Porto Rico e na América do Sul.


Dia das Lanternas, homenagem no Egito às deusas Ísis e Neith, em seus templos em Sais. As pessoas iam em procissão com lanternas até os templos e invocavam a luz e a força das deusas para renovar a vida, lembrando a ressurreição de Osíris pelo poder de Ísis.

Celebração de Mara, a deusa eslava protetora dos animais domésticos, principalmente das vacas. Na Rússia, ela era considerada um espírito ancestral, que tecia durante a noite e que podia estragar a tecelagem das mulheres se não fosse devidamente homenageada.
Em seu aspecto "escuro", ela é Mora ou Smert, a deusa do destino e da morte.

Dia de São João no calendário cristão, reminiscência das antigas celebrações do Solstício de Verão e dos rituais de fertilidade, substituídos por festas populares, feiras artesanais e casamentos simbólicos.

Primeira aparição de Nossa Senhora de Medjugore, em 1981, na Iugoslávia, uma das manifestações da Grande Mãe na figura de Maria, a única deusa que continua sendo venerada no mundo ocidental atual.

Fors Fortune, dia sagrado das deusas Fors Nortia, precursoras etruscas da deusa Fortuna. Neste dia, os romanos pediam as bênçãos das deusas para lhes dar sorte.

Ritual do Dia:
Acenda uma vela dourada e peça você também que a deusa Fortuna, em uma de suas manifestações, sorria para você.

*informações extraídas do livro “O Anuário da Grande Mãe”, de Mirella Faur.  http://www.teiadethea.org/

23 de jun de 2016

23 DE JUNHO - Celebração do Dia

Na Irlanda, comemoração com danças e fogueiras da deusa das fadas Aine. Irmã gêmea de Grian, a rainha dos elfos, ela era considerada um aspecto da Deusa Mãe dos celtas Ana, Anu, Danu ou Don

Os fazendeiros passavam tochas acesas sobre os campos e ao redor do gado para afastar as doenças e as pragas, invocando a proteção da Deusa. 

Originariamente, Aine era uma deusa solar, apresentando-se como uma égua ruiva que corria velozmente sobre os campos, morando em Cnoc Aine, na Irlanda.


Neste dia, comemorava-se também Cuchulaine, o filho do deus Lugh, herói das epopeias irlandesas e o Homem Verde da vegetação.


Ritual do Dia:
Véspera do dia de São João, uma data favorável para fazer encantamentos e poções de amor, consultar um oráculo e para colher ervas, cujas propriedades curativas ou mágicas estão no auge neste dia.

Faça um pequeno ritual para homenagear as Fadas. Vista-se de verde, acenda uma vela verde e um incenso de flores, enfeite seu altar com flores silvestres e folhas verdes e coloque uma musica com flautas. Ofereça-lhes um cálice com vinho, brindando antes para a deusa Aine. Agradeça as energias benéficas das Fadas na manutenção da vegetação e peça-lhes que protejam sua propriedade, suas plantas e seus animais. Comunique-se mentalmente com elas, procurando perceber sua manifestação. Leve, depois sua oferenda de flores e vinho para algum bosque, amarrando uma fita verde na maior árvore.

*informações extraídas do livro “O Anuário da Grande Mãe”, de Mirella Faur.  http://www.teiadethea.org/

22 de jun de 2016

22 DE JUNHO - Celebração do Dia

Neste dia, nos países nórdicos, eram homenageadas as deusas solares. Devido o clima inclemente e os longos meses de escuridão e frio, o Solera reverenciado como a fonte criadora e nutridora da vida, sendo considerado uma deusa. 

Os nomes a ela atribuídos variavam de acordo com o pais: Sol, na FinlândiaSundy Mumy, na RússiaSun ou Sunna, na EscandináviaEtain e Grainne, na IrlandaPaivatar, na Finlândia Saule, na Lituânia e Letônia

As deusas solares eram descritas como mulheres fortes e lindas, com cabelos dourados, usando colares de âmbar, coroas e escudos de ouro, carregando o disco solar em suas carruagens resplandecentes e atravessando o céu ao longo dos dias.

Celebração da deusa russa da fertilidade Kupal'nitsa com fogueiras, oferendas de guirlandas de flores nos rios e banhos ritualísticos. Pedia-se à deusa a fertilidade dos animais, das mulheres e a abundância das colheitas; a seu consorte, Ivan Kupalo, pedia-se saúde e vigor físico para os homens.

Festival de Parália, em Roma, celebrando-se a deusa da beleza e do amor - Vênus - e a criação da cidade.

*informações extraídas do livro “O Anuário da Grande Mãe”, de Mirella Faur.  http://www.teiadethea.org/

21 de jun de 2016

Signo de Câncer (21/6 - 23/7)


Câncer ♋

Face Positiva: Sensível e compreensivo, sabe dar e receber conselhos. Espalha simpatia por onde passa e ganha logo intimidade. Respeita a fragilidade e os sentimentos das outras pessoas. É cauteloso em tudo o que fala e executa. Gosta de proteger as pessoas que ama.

Face Negativa: É muito vulnerável emocionalmente, se irrita com freqüência e passa por muitos momentos de mau humor. A insegurança está presente em sua personalidade e, muitas vezes, a infantilidade também. Magoa-se facilmente e guarda rancor. É avarento.


FONTE: Eu sei que sou mortal e a criatura de um só dia; mas, quando perscruto o conjunto dos círculos giratórios das estrelas,...

21 DE JUNHO - Celebração do Dia

Solstício de Inverno no Hemisfério Sul, marcando a entrada do Sol no signo de Câncer. Os povos celtas comemoravam, neste dia, o Solstício de Verão ou Sabbat Litha, festejando o auge da luz solar com fogueiras, danças e procissões. Reminiscências dessas antigas celebrações são encontradas nas reuniões dos druidas no circulo de pedras sagradas de Stonehenge, na Inglaterra.

"On the Night of Ivan Kupala",
de Boris Olshansky, 1995

Na tradição Wicca, o Solstício de Verão assinala o fim do reinado do Deus do Carvalho, representando a metade clara do ano e o inicio do reinado do Deus do Azevinho, representando a metade escura, que finda no Solstício de Inverno.

Os países eslavos celebravam, neste dia, Kupalo, a deusa do auge do verão, da água, da magia e das ervas. Confeccionava-se uma efígie de mulher com a palha dos campos de trigo. Os casais jovens pulavam sobre as fogueiras levando consigo a efígie de palha e iam depois banhar-se nos rios. No dia seguinte, a mulher de palha era entregue às águas, levando consigo os males das pessoas. Nos Balcãs, a efígie era feita com galhos de bétula e vestida com roupas de mulher. Na Rússia, a deusa chamava-se Kupal'nitsa e seu consorte era Ivan Kupalo.

Segundo as lendas e as crenças antigas, a noite deste dia é ótima para fazer encantamentos para sua vida amorosa, conceber uma criança saudável ou libertar-se dos aborrecimentos, queimando-os na fogueira. O Povo das Fadas torna-se visível para aqueles que tem afinidade com elas. Para isso, esfregue suco de samambaias em suas pálpebras, vá para um bosque e oferte-lhes leite, doces, moedas e objetos brilhantes. Recolha o orvalho na manhã seguinte e guarde-o para seus rituais oraculares.

Nos países bálticos, celebra-se Saule, a deusa do Sol regente da vida, do nascimento à morte. Neste dia, ela era reverenciada pelas mulheres que, ao nascer do Sol, se enfeitavam com guirlandas de flores e entoavam canções, chamadas de "daina" e, ao por-do-sol, fazia, fogueiras.

Ritual do Dia:
Para atrair boas vibrações para sua vida, faça uma guirlanda com hipericão, a verdadeira erva de São João e coloque-a como proteção acima da porta ou jogue-a em cima do telhado.

*informações extraídas do livro “O Anuário da Grande Mãe”, de Mirella Faur.  http://www.teiadethea.org/

20 de jun de 2016

20 DE JUNHO - Celebração do Dia

Ix Chel, por Thalia Took
Festa de Ix Chel, a deusa maia da fertilidade, da procriação, da cura e das profecias. Essa deusa lunar era venerada na América Central e na Ilha das Mulheres, na península de Yucatan, no México. Ela tecia as teias da criação com fios do arco-íris, sendo representada como uma linda e sedutora mulher cavalgando uma grande águia ou cercada de serpentes e de água, adornada com libélulas.


Celebra-se, também, a deusa celta Cerridwen, a detentora do caldeirão sagrado dos mistérios da vida, da morte e do renascimento. Ela regia, também, a vegetação, o mundo subterrâneo e as dádivas da terra. Seu consorte era o deus da vegetação CernunnosCerridwen era considerada a mãe de todos os bardos, que se autodenominavam Cerddorion ou filhos de Cerridwen. Dizia-se que beber de seu caldeirão mágico conferia inspiração e talento para músicos e poetas.

Ritual do Dia:
Para homenagear a deusa Cerridwen, queime verbena em seu caldeirão, acenda uma vela verde e amarre uma fita verde em uma árvore frutífera. Faça uma pequena visualização, transportando-se, mentalmente, para a sua morada. Peça-lhe um gole de seu caldeirão mágico e a bênção para suas atividades ou projetos criativos.

Chegada da estátua de Hathor ao templo de Horus, em , com a celebração do casamento sagrado dessas divindades.

*informações extraídas do livro “O Anuário da Grande Mãe”, de Mirella Faur.  http://www.teiadethea.org/

19 de jun de 2016

19 DE JUNHO - Celebração do Dia

Hera por Thalia Took
Dia de todas as Heras, celebrando a Deusa Interior, representada pela deusa Hera, a padroeira das mulheres. 

Como toda mulher, Hera passava também pelos três estágios da vida. Como donzela, era HebePartheniaou Antheia, a virgem que trazia o desabrochar e o florescimento. Como mulher madura, era Teleia, a Mãe Terra e a fertilidade. E como Theia, era a anciã que conhecia os segredos da vida e podia ensiná-los às mulheres mais jovens.

Festa das Oréides, na Grécia, as Ninfas das montanhas e das rochas. Descritas como mulheres esguias e pálidas, com voz muito doce, elas viviam em grutas onde teciam seus trajes diáfanos em teares delicados. Para reverenciar essas Ninfas, os gregos untavam as rochas com óleos aromáticos, penduravam lenços de seda nas árvores e deixavam oferendas nas grutas.

Ritual do Dia:
As Heras são as mulheres sábias que alcançaram a comunhão espiritual com a Grande Mãe. Celebre este dia procurando contatar sua Deusa Interior. Crie um ambiente favorável, com musica, vela e incenso e medite, abrindo seu coração e pedindo à sua Deusa alguma imagem ou mensagem para sua fase atual, orando para seu fortalecimento interior e crescimento espiritual. Termine agradecendo pela luz e o amor de Sua presença.

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18 de jun de 2016

FILMES - O Casamento de Rachel

Kym é uma jovem bonita, inteligente e também problemática. Ex-modelo, em seus dez últimos anos de vida tem passado constantemente por tratamentos em clínicas de reabilitação. Em sua última internação, logo que sai da clínica ela vai direto para a casa de seu pai, onde a família a aguarda para o casamento de sua irmã Rachel. O longo histórico de crises pessoais e conflitos familiares acompanham Kym em sua participação no reencontro. Mas é na companhia de parentes e amigos queridos que a jovem percebe e aprende novas lições como amor, afeição, generosidade e espírito familiar.

Assista pelo Site - Cinema Interativo:

18 DE JUNHO - Celebração do Dia

Comemoração da deusa romana Anna Perenna, a senhora da cura, da abundância, da felicidade e do destino. 

Seu nome originou-se no de uma antiga deusa etrusca da vegetação e da reprodução e sua celebração, incluindo os rituais de fertilidade, é oriunda do culto da deusa babilônica do céu e da terra Ana.


Na Índia, reverencia-se a antiga deusa Anna Purna, "a doadora dos alimentos". Descrita como uma mulher sentada em um trono, alimentando uma criança com uma grande colher, ela era considerada uma deusa protetora da família e homenageada, principalmente, na cidade de Benares.

Festival shintoista de purificação com lírios. Ao amanhecer deste dia, sete mulheres vestidas de branco colhiam lírios, levando-os para os templos e deixando-os nos altares. No dia seguinte, os monges entoavam orações enquanto sete mocinhas dançavam elevando os lírios para o céu. No final da cerimonia passavam pelas ruas das cidades agitando os lírios para purificar os ambientes e afastar as tempestades  que poderiam prejudicar as colheitas.

Festival hindu para o deus Vishnu em sua manifestação de Jagannath Rathra Yatra.

Ritual do Dia:
Combine essas antigas celebrações e prepare uma bebida para atrair a abundância e a boa sorte para a sua vida. Bata no liquidificador leite (vaca, de soja, de coco ou de arroz) com estes sete ingredientes, representando as sete mulheres do ritual: nozes, damascos, coco ralado, maçãs, amêndoas, aveia e mel. Reúna um grupo de amigas e façam um pequeno ritual, queimando incenso de lírio e acendendo sete velas brancas, pedindo a ajuda da deusa Anna Perenna em suas vidas. Compartilhem da bebida e ofereçam um pouco para a Deusa, junto com um pedaço de pão fresco e alguns lírios brancos, perto de um canteiro com flores brancas.

*informações extraídas do livro “O Anuário da Grande Mãe”, de Mirella Faur.  http://www.teiadethea.org/

17 de jun de 2016

17 DE JUNHO - Celebração do Dia

Celebração de Eurídice, antiga deusa grega, soberana do mundo subterrâneo e mãe do destino. Os historiadores e escritores helênicos converteram-na em uma mortal, esposa amada de Orfeu, enviada para o mundo dos mortos por uma picada de serpente. Orfeu tentou resgatá-la, mas falhou, ao quebrar a promessa feita aos deuses de não olhar para Eurídice antes que chegasse a luz do dia, o que resultou em seu desaparecimento, para sempre, na escuridão. A origem dessa historia é o antigo mito da Deusa, que recebia as almas no Mundo Subterrâneo e cujo animal sagrado era a serpente.


Ritual do Dia:
Inspire-se nesta data e lembre-se da necessidade de deixar "um espaço" em seus relacionamentos, para não quebrar o encanto ou sufocar e afastar seu parceiro.

Ludi Piscatari, o festival romano dos pescadores, invocando a proteção das divindades da água para seus barcos e redes, harmonizando as energias contidas nelas para torná-las resistentes e de fácil manuseio.

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16 de jun de 2016

16 DE JUNHO - Celebração do Dia

Hathor por Thalia Took
Festa das Águas, no Egito. Neste dia, invocavam-se as bênçãos da deusa lunar Hathor e de sua constelação -
Sirius - para as águas do Rio Nilo, para os pescadores e os cultivadores da terra.


Noite das Lágrimas, cerimonia egípcia lembrando as lágrimas de Ísis durante a busca de seu amado Osíris.

Celebração de Fand, a deusa celta do mar, chamada de "A Pérola da Beleza". Esposa do deus do mar ManannanFand regia a saúde, a cura, a beleza, a sedução e o prazer. Segundo a lenda, ela se transformava em uma gaivota e, saindo de seu reino das águas, sobrevoava o mar e a terra em busca de amantes, raptando e levando os jovens para perto de si.

Antiga comemoração, na Caldéia, da deusa lunar Levanah, a soberana das águas e a controladora das marés.

Dia do Cálice Sagrado, na tradição Wicca.

Ritual do Dia:
Consagre seu cálice neste dia, dedicando-o à Deusa e ao Deus e assumindo o compromisso da Lei Maior: "Faça o que quiser, desde que não prejudique ninguém".

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15 de jun de 2016

15 DE JUNHO - Celebração do Dia

Vesta por Thalia Took
Vestália, o festival dos primeiros frutos dedicado à deusa Vesta. Neste dia, seis Vestais estavam encarregadas de preparar os bolos sagrados - mola salsa - feitos das primeiras espigas de milho colhidas. Os moinhos eram enfeitados com guirlandas e os burro de carga recebiam farta alimentação e arreios novos. Os templos eram limpos e todos os restos de oferendas anteriores eram jogados no rio Tibre.


Celebração grega da deusa Mnemosyne ou Mnasa, a mãe das Musas, concebidas em uma relação sexual ininterrupta de nove dias de Mnemosyne com o deus Júpiter. Considerada a memoria personificada, ela era venerada como uma Fonte Sagrada, que fluía em Hades, o Mundo Subterrâneo. Era representada, também, como uma mulher madura, ornada de pérolas e pedras, segurando o queixo ou a ponta da orelha com os dois primeiros dedos da mão direita, gesto que facilita a ativação da memória.

Dia de Nossa Senhora do Monte Carmel, celebração antiga na Espanha e nos Estados Unidos comemorando Maria, originada de uma comemoração em uma data anterior dedicada à Grande Mãe.

Festa budista de Amitabha Amida, em comemoração ao .

*informações extraídas do livro “O Anuário da Grande Mãe”, de Mirella Faur.  http://www.teiadethea.org/

14 de jun de 2016

14 DE JUNHO - Celebração do Dia

Dia das Musas

Em número de nove, na tradição grega elas eram filhas de Zeus, o rei dos deuses e de Mnemosyna, a deusa da memória. Nascidas perto do Monte Olimpo, foram criadas pelo caçador Crotus que, após sua morte, foi transformado na constelação de Sagitário.


Conforme os autores, o número e os nomes das Musas variam de três a nove, embora na maioria dos mitos fale-se sempre sobre nove Musas. Elas eram Clio, a regente da fama, da historia e dos escritos; Euterpe, a regente da alegria e da musica; Thalia, "a festiva" e regente da comédia; Melpômene, "a entristecida" e regente da tragédia; Terpsichore, a amante da dança e do canto; Erato, "a que desperta o desejo", regente da poesia erótica; Polyhymnia, "a que medita", regente da meditação e dos hinos; Urania, "a celeste", regente da astronomia e, finalmente, Kalliope, "a que tem a voz bonita", regente da poesia épica.

Às vezes, eram mencionadas apenas três Musas: Melete, a que praticava, Mneme, a que recordava e Aoide, a que cantava.

Havia também nomes diferentes para o grupo todo, de acordo com a localização: Carmente, Pieriade, Aganippide, Castalide, Heliconiade ou Meonide.

Ritual do Dia:
As Musas são detentoras de poderes proféticos e da capacidade de inspirar e estimular a criatividade dos artistas. Para homenageá-las, ofereça-lhes leite, mel, flores, aromas e musica. Assista a uma manifestação cultural ou artística ou prestigie algum artista divulgando seu trabalho.

*informações extraídas do livro “O Anuário da Grande Mãe”, de Mirella Faur.  http://www.teiadethea.org/

14 DE JUNHO - Celebração do Dia

Dia das Musas

Em número de nove, na tradição grega elas eram filhas de Zeus, o rei dos deuses e de Mnemosyna, a deusa da memória. Nascidas perto do Monte Olimpo, foram criadas pelo caçador Crotus que, após sua morte, foi transformado na constelação de Sagitário.


Conforme os autores, o número e os nomes das Musas variam de três a nove, embora na maioria dos mitos fale-se sempre sobre nove Musas. Elas eram Clio, a regente da fama, da historia e dos escritos; Euterpe, a regente da alegria e da musica; Thalia, "a festiva" e regente da comédia; Melpômene, "a entristecida" e regente da tragédia; Terpsichore, a amante da dança e do canto; Erato, "a que desperta o desejo", regente da poesia erótica; Polyhymnia, "a que medita", regente da meditação e dos hinos; Urania, "a celeste", regente da astronomia e, finalmente, Kalliope, "a que tem a voz bonita", regente da poesia épica.


Às vezes, eram mencionadas apenas três Musas: Melete, a que praticava, Mneme, a que recordava e Aoide, a que cantava.

Havia também nomes diferentes para o grupo todo, de acordo com a localização: Carmente, Pieriade, Aganippide, Castalide, Heliconiade ou Meonide.

Ritual do Dia:
As Musas são detentoras de poderes proféticos e da capacidade de inspirar e estimular a criatividade dos artistas. Para homenageá-las, ofereça-lhes leite, mel, flores, aromas e musica. Assista a uma manifestação cultural ou artística ou prestigie algum artista divulgando seu trabalho.

*informações extraídas do livro “O Anuário da Grande Mãe”, de Mirella Faur.  http://www.teiadethea.org/