31 de jul de 2016

31 DE JULHO - Celebração do Dia

Niman, cerimonia nativa norte-americana celebrando a colheita do milho e a despedida dos Kachinas. Começando ao nascer do sol e acabando ao anoitecer, as danças e as mimicas demonstram, de forma ritualística, a gratidão das pessoas pela ajuda dos Kachinas, os seres sobrenaturais que garantiam as chuvas e a abundancia nas colheitas.

Oidhche Lugnasa, o festival do Pão Fresco, celebração celta da colheita dedicada à deusa Tailtu ou Tailtte e ao deus solar Lugh. Ela era uma antiga deusa irlandesa da Terra, mãe de Lugh. Ele, por sua vez, criou o festival de Lughnassadh para reverencia-la. Antigamente, essas celebrações duravam quinze dias, sendo depois cristianizadas como a Festa da Colheita.

Comemoração do deus nórdico Loki e de sua consorte Sigyn. Na mitologia nórdica, Loki representa o poder maligno, a força da erosão e as perdas inesperadas.
É o padroeiro dos ladrões, dos embusteiros e dos mentirosos. Não deve ser invocado, pois sempre pede algo em troca e é traiçoeiro. Sua filha Hel é a deusa do mundo subterrâneo e do reino dos mortos. Sigyn ou Signy era uma deusa ancestral, guardiã das famílias e das tribos. Quando seu marido foi punido pelos deuses pela morte de Baldur, o lindo e inocente deus solar, Signy diminuía o sofrimento de Loki coletando o veneno da serpente suspensa sobre sua cabeça.

*informações extraídas do livro “O Anuário da Grande Mãe”, de Mirella Faur.  http://www.teiadethea.org/

30 de jul de 2016

DOCUMENTÁRIOS - Vovó Leontina

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Vovó Leontina é um curta documentário que fala sobre a relação familiar que a matriarca Leontina, de 95 anos, estabeleceu com suas filhas, netas e com sua própria vida. Uma família de mulheres negras que resiste, através do Grupo de União e Consciência Negra (Grucon – Cachoeiras de Macacu/RJ), de maneira artística e cultural em um território onde o pensamento racista é muito latente.

Sua neta, Celeida Rocha, líder do Grucon, que existe há 35 anos, atua também na área da educação preservando a memória de seus ancestrais negros e positivando os valores civilizatórios afro-brasileiros intrínsecos aos modos de viver e ser dos brasileiros. O documentário, sobretudo, é um relato de atravessamento entre gênero e etnia. Um fragmento de uma história familiar particular e universal. Um pedaço de memória da realidade das famílias negras nas primeiras décadas pós-abolição.


Leia a matéria completa em: Documentário Vovó Leontina - Geledés 


https://www.facebook.com/vovoleontina

30 DE JULHO - Celebração do Dia

No Canadá, festival nativo Micmac, versão cristianizada da antiga celebração do Pai Céu e da Mãe Terra nas figuras de Santa Ana e do deus nativo Glooska. Acredita-se que aqueles que casam neste dia serão abençoados com amor e prosperidade.

Neste dia, em Tarascon, na França, celebra-se o festival anual Tarasque, no qual comemora-se a captura de um dragão cuspindo fogo. A multidão segue a imagem do dragão pelas ruas, tocando-o para se livrar do azar e atrair a sorte.

Celebração nativa norte-americana homenageando Tamaayawut, a deusa da Terra e criadora da vida e seu irmão Tuukumit, o deus do céu. Juntos, eles criaram todos os seres e toda a vida no mundo.

Ritual do Dia:
Inspire-se na tradição xamânica para saudar o Pai Céu e a Mãe Terra. Abrace uma árvore, fundindo-se com seu tronco e enraizando firmemente seus pés na terra. Eleve seus braços e sua cabeça para o céu, percebendo a captação das energias cósmicas por meio de seus dedos. Inspire profundamente, sentindo o "prana" vitalizar seus chacras. Abra seu coração e perceba toda a conexão existente na natureza, Saúde seus "irmãos de criação" dos outros reinos e aja como mediadora entre as energias do céu e as da terra.

*informações extraídas do livro “O Anuário da Grande Mãe”, de Mirella Faur.  http://www.teiadethea.org/

29 de jul de 2016

29 DE JULHO - Celebração do Dia

Em Kiyoto, no Japão, festa de Gion Matsuri, a celebração conjunta do Deus do Sol, irmão da Deusa Amaterasu e de Wakahirume, a deusa da alvorada e do crepúsculo.

Segundo a tradição, neste dia as pessoas deveriam ir para os altares dos templos venerar o Deus. Mas para beneficiar também aqueles que não podiam chegar até os templos, procissões eram formadas, carregando um altar pelas ruas. Havia competições para premiar o altar mais elaborado ou mais bem decorado. Organizavam-se, também, procissões nos rios, com musica e cantos nos barcos enfeitados com guirlandas e lampiões.

Comemoração de Aine, a deusa solar irlandesa representada como uma égua vermelha e festejada com procissões de camponeses carregando tochas de palha acesa. Passava-se a fumaça destas tochas sobre os campos e os animais para proteção e aumento da fertilidade.

No México, dia de Santa Marta, irmã de , dedicada aos cuidados maternais.

*informações extraídas do livro “O Anuário da Grande Mãe”, de Mirella Faur.  http://www.teiadethea.org/

28 de jul de 2016

28 DE JULHO - Celebração do Dia

John Collier
Priestess of Delphi
Comemoração do aniversário da sacerdotisa e profetisa Pythia, na Grécia, cujo nome originou a designação geral das profetisas do Oráculo de Delfos. As mulheres escolhidas para esse cargo, de extrema importância, deveriam ter mais de cinquenta anos, já terem passado pela menopausa, serem casadas e ter sido aprovadas em um intenso treinamento psíquico, com muita disciplina. Mensalmente, após rituais de purificação, a Pitonisa sentava-se em um tripé, mastigava folhas de louro e inalava os vapores que saiam das fendas da terra, entrando, assim, em transe extático e fazendo profecias.

Festival irlandês homenageando Domhnach Chron Dubh, o deus dos grãos que simbolizava seu sacrifício no ato da colheita e Dea Domnann, a deusa da Terra e da fertilidade, que recebia em seu ventre o deus sacrificado, proporcionando-lhe o renascimento como criança solar no Solstício de Inverno.

Dia de São Cristóvão, derivado da celebração do antigo deus nórdico .

*informações extraídas do livro “O Anuário da Grande Mãe”, de Mirella Faur.  http://www.teiadethea.org/

27 de jul de 2016

27 DE JULHO - Celebração do Dia

Dia da famosa rainha egípcia Hatshepsut, considerada uma representação da Deusa da Cura. Hatshepsut viveu na 18º Dinastia, em 1490 a.C. e construiu inúmeros templos dedicados à Deusa. Reinou sozinha, sem consorte, com pulso firme e mente ágil e justa. Não promoveu guerras e incentivou a arquitetura e o comercio. Como Rainha, foi uma digna representante da Deusa, a quem honrava. Os atuais seguidores das antigas tradições egípcias realizam, neste dia, vários rituais para a cura pessoal, coletiva e global.

Na Irlanda, este é um dia considerado muito favorável à colheita de ervas curativas. Homenageia-se Airmid, a deusa da cura e da magia, guardiã da fonte sagrada da saúde. As pessoas vão em peregrinação para as fontes sagradas e oram em prol de sua cura, amarrando pedaços de suas roupas ou fitas coloridas nas árvores que circundam as fontes.

Celebrações e procissões das curandeiras e feiticeiras, na Bélgica.


Ritual do Dia:
Dedique este dia à sua cura física, mental, emocional ou espiritual, entrando em contato com seu Eu Divino para receber a orientação adequada por meio de meditação ou canalização. "Magnetize", pela imposição de mãos, água da fonte e ore para que a deusa Airmid e a ajudem-na a livrar-se de seus problemas de saúde.

*informações extraídas do livro “O Anuário da Grande Mãe”, de Mirella Faur.  http://www.teiadethea.org/

26 de jul de 2016

26 DE JULHO - Celebração do Dia

Festival de Santa Anna, na Palestina e de Santana, no Brasil. No sincretismo religioso da Umbanda, ela é Nanã Buruku, a mais velha das três divindades das águas.

Na tradição jejeNanã é a criadora do mundo, a Grande Mãe de tudo o que existe, a senhora das águas escuras e da lama. Nas lendas, Nanã é a mais idosa de todas as divindades, respeitada e honrada por sua imensa sabedoria. Seu reino é o pântano, onde se misturam a água e a terra, constituindo a zona limítrofe onde a vida se formou. A terra úmida representa o potencial da vida e sua decadência, por meio do apodrecimento. A insignia de Nanã era seu cajado, o "ibiri", decorado com búzios e inscrições, servindo para curar e fortalecer aqueles que a procuram. Como deusa ancestral, Nanã representa a origem racial, o poder sacerdotal, a preservação das tradições, a disciplina, a cura e a sabedoria.

Nos países eslavos celebrava-se Kubai-Khotun, a Grande Mãe, de cujo leite formou-se a Via Láctea. Representada como uma mulher com seios enormes, dos quais fluía o leite que alimentava todos os seres, ela morava sob a Arvore do Mundo.

Nos países nórdicos, comemoração de Sleipnir, o cavalo de oito patas do deus Odin, que se locomove entre os três mundos e leva as mensagens dos homens aos deuses.

No , Danças do Búfalo e do Milho nos pueblos de Taos e Santa Ana.

*informações extraídas do livro “O Anuário da Grande Mãe”, de Mirella Faur.  http://www.teiadethea.org/

25 de jul de 2016

MÚSICA - Canções: Sagrado Feminino (Português)

Canções: Sagrado Feminino (Português)

25 DE JULHO - Celebração do Dia

Furrinália, celebração das Fúrias ou 
Erínias, as deusas gregas da vingança.

Os mitos pré-helênicos descreviam-nas como três donzelas negras, imortais, com cabelos de serpentes, veneno escorrendo de seus olhos e garras pontudas. Elas perseguiam aqueles que infringiam a "lei do sangue" e matavam parentes. Seus nomes eram Alecto, Megera e Tisiphone e, posteriormente, foram chamadas de Dirae, Maniae ou Furiae.

Na Índia, celebração do deus-serpente Naga Panchami e da deusa Kadru, a "Mãe das Serpentes""Rainha das Serpentes" também era o nome da deusa Egle, nos países eslavos; da deusa Uadjit, no Egito e da deusa Coatlicue, no México. Na Grécia e em Roma, eram inúmeras as deusas associadas às serpentes, entre elas Echidna, Górgona, Lâmia, Medusa e Python.

Ritual do Dia:
Aproveite este dia e faça um ritual para libertar e transmutar sua raiva, evitando, assim, que ela lhe "envenene" ou prejudique outras pessoas. Procure uma pedra escura, limpe-a com água corrente e peça a permissão ao ser elemental que nela habita para este trabalho. Pense em todos os momentos em que você sentiu raiva e não conseguiu expressá-la. Transfira essa energia escura e densa para a pedra. Se sentir vontade, grite. Enterre depois a pedra, pedindo às Erínias e às Deusas Serpentes que transmutem sua raiva em energias mais positivas, libertando você desse veneno. Coloque, depois, uma imagem de cobra em seu altar ou use alguma jóia em forma de serpente para firmar essa conexão.

*informações extraídas do livro “O Anuário da Grande Mãe”, de Mirella Faur.  http://www.teiadethea.org/

24 de jul de 2016

Signo de Leão (24/7 - 23/8)

Leão // Leo ♌

Face Positiva: Está sempre em busca de dignidade e nobreza. Tem determinação e sabe o que quer. É criativo e excelente organizador. Almeja o poder, mas é incapaz de atitudes mesquinhas e jamais agride uma pessoa fraca. Mantém sempre o entusiasmo, a elegância e a lealdade.

Face Negativa: Excessivamente arrogante e orgulhoso. Gosta de ser o centro das atrações. É normalmente convencido e esnobe. Muitas vezes deixa-se levar pelo autoritarismo e pela intolerância. Não é modesto e precisa ser reconhecido naquilo que faz. Dificilmente aceita mudar de opinião.

FONTE: Eu sei que sou mortal e a criatura de um só dia; mas, quando perscruto o conjunto dos círculos giratórios das estrelas,...

24 DE JULHO - Celebração do Dia

Sekhmet por Thalia Took
Dia dedicado a todas as como 
Sekhmet, Cibele, Leona, Durga, 
Mehit e Tefnut.

Embora fosse símbolo do deus solar na Grécia e em Roma, nos países da Asia e no Egito o leão era associado à Deusa. Varias deusas cavalgavam, eram puxadas ou acompanhadas por eles. Outras apresentavam suas características físicas, demonstrando, assim, seu poder e a vitoria nos combates.

Festival shintoista Tenjin, no Japão, dedicado à cura das doenças. Os doentes levavam bonecos de papel aos templos, onde os sacerdotes esfregavam-nos em seus corpos para retirar as mazelas e os resíduos das magias negativas. Apos esse ritual de expurgo, os bonecos eram levados para os rios e jogados na água, enquanto entoavam-se cânticos e orações.

Ritual do Dia:
Adapte esse antigo ritual a sua realidade. Recorte um boneco em papel, passe-o sobre o(s) órgão(s) afetado(s) ou os lugares doloridos. Em seguida, "despache" o boneco em água corrente, orando para sua cura. Prepare um amuleto de saúde amarrando, em um saquinho de pano verde, sete pedaços de canela, algumas flores secas de cravo, pétalas de girassol e folhas de sempre-viva. Abençoe seu amuleto invocando os Anjos de Cura e as Deusas Leoninas, carregue-o sempre consigo.

Entre 23 de Julho e 20 de Agosto, devido ao aumento de estrelas cadentes celebrava-se, nos países celtas, o deus solar Lugh, sendo os meteoros chamados de "Jogos de Lugh".

*informações extraídas do livro “O Anuário da Grande Mãe”, de Mirella Faur.  http://www.teiadethea.org/

23 de jul de 2016

FILMES - O Amor Não Tira Férias

  • Iris Simpkins (Kate Winslet) escreve uma coluna sobre casamento bastante conhecida no Daily Telegraph, de Londres. Ela está apaixonada por Jasper (Rufus Sewell), mas logo descobre que ele está prestes a se casar com outra. Bem longe dali, em Los Angeles, está Amanda Woods (Cameron Diaz), dona de uma próspera agência de publicidade especializada na produção de trailers de filmes. Após descobrir que seu namorado Ethan (Edward Burns) não tem sido fiel, Amanda encontra na internet um site especializado em intercâmbio de casas. Ela e Iris entram em contato e combinam a troca de suas casas, com Iris indo para a luxuosa casa de Amanda e esta indo para a cabana no interior da Inglaterra de Iris. Logo a mudança trará reflexos na vida amorosa de ambas, com Iris conhecendo Miles (Jack Black), um compositor de cinema que trabalha com Ethan, e Amanda se envolvendo com Graham (Jude Law), irmão de Iris.

DOCUMENTÁRIOS - O Aborto dos Outros



O Aborto dos Outros é um filme sobre a maternidade no seu ponto limite.


A narrativa percorre situações de aborto dentro de hospitais públicos que atendem mulheres vítimas de estupros, interrupções de gestações em casos de má-formação fetal sem possibilidade de sobrevida depois do nascimento e abortos clandestinos.

O documentário mostra os efeitos perversos da criminalização para as mulheres e aponta a necessidade de revisão da lei brasileira.

Depois de três anos de pesquisa, a realizadora acompanhou, durante cinco meses, o drama de inúmeras mulheres que estavam prestes a interromper a gravidez, muitas delas autorizadas por lei, outras que recorreram ao aborto clandestino.

O documentário revela que, no Brasil, mais de um milhão de abortos clandestinos são realizados por ano,em especial, na cidade de São Paulo; colocando em foco a polêmica discussão sobre a criminalidade, já que constata que inúmeras mulheres continuam a fazê-lo, nas condições que encontram, com atendimento adequado ou não.

23 DE JULHO - Celebração do Dia

Nos países nórdicos, antiga comemoração dos deuses do mar Aegir e de sua consorte Ran, guardiã dos afogados.

Ran era uma mulher grande e forte. Segurando com uma de suas mãos o leme do barco, ela jogava com a outra mão uma grade rede e recolhia os afogados, levando-os para seu escuro reino sob as ondas. Lá, eles viviam como se estivessem na terra, mas sem poder voltar, a não ser no dia de seus enterros. Como Ran amava o ouro, os marinheiros escandinavos levavam em seus bolsos moedas de ouro para que pudessem ser aceitos em seu reino caso morressem afogados. As nove filhas de Ran Aegir eram lindas sereias que apareciam aos homens, durante as noites escuras e frias de inverno, escondidas na espuma das ondas, tentando se aproximar das fogueiras acesas em sua homenagem.

"Neptunália", antigas celebrações para Netuno, o deus romano do mar e para sua esposa , a deusa da água salgada, dos lagos e das águas minerais e termais. Ofertavam-se galhos de salgueiros e de oliveiras, pedindo aos deuses que não faltasse água durante os meses de verão.



*informações extraídas do livro “O Anuário da Grande Mãe”, de Mirella Faur.  http://www.teiadethea.org/

22 de jul de 2016

22 DE JULHO - Celebração do Dia

Antiga celebração de Maria Madalena, na França. Nesta data, mulheres de todos os lugares peregrinavam a uma gruta e, diante de um altar, pediam à Santa que lhes ajudasse a arrumar namorados ou maridos.

Segundo os Evangelhos Gnósticos, Maria Madalena era a companheira de Jesus, conhecida como Maria Lúcifer, na acepção correta deste nome (Lúcifer como doador de luz). Após a morte de JesusMaria Madalena tornou-se uma líder dos Gnósticos, competente e respeitada, até que o Apóstolo Paulo proibiu a participação das mulheres na Igreja para liderar, oficiar ou ensinar, transformando a Igreja Aberta de Jesus em uma instituição patriarcal e exclusiva. Madalena foi morar na França, perto de Marselha. Lá se estabeleceu em uma gruta, levando uma vida de eremita, curando e ajudando as pessoas. A gruta onde Maria Madalena morava costumava abrigar antigos rituais de fertilidade dedicados à Deusa.

Na Anatólia, festival dedicado à , deusa da luz e do dia.



*informações extraídas do livro “O Anuário da Grande Mãe”, de Mirella Faur.  http://www.teiadethea.org/

21 de jul de 2016

Dançando os seus ciclos (Repost)

Escrito por Miranda Gray

Ser mulher é dançar com a vida. É como ser uma respiração – dançar com o fluxo do ar na inspiração, sentir a pausa de completude na respiração completa, dançar a expiração, e depois descansar, vazia, plena de potencial para preencher de vida mais uma vez.
Dancing your cycle
Quando dançamos, somos tecelãs, unindo os ritmos do corpo, da Lua e da Terra. A batida mais forte é o ritmo do nosso corpo – é esta batida que nos mantém no mundo. Mas, acima deste ritmo, está a melodia do ciclo da Lua e das estações.
À medida que nos movimentamos pelas fases de nosso ciclo menstrual, as fases da Lua e das estações podem acentuar ou suavizar os aspectos das energias* arquetípicas de nosso corpo. Por exemplo, uma Lua Cheia durante nossa fase pré-ovulatória pode suavizar as energias dinâmicas do arquétipo da Donzela, fazendo com que elas se sintam um pouco mais altruístas e menos focadas no objetivo. A Lua minguante durante nossa fase pré-ovulatória pode trazer mais espiritualidade e intuição para as habilidades intelectuais da Donzela.
Muitas mulheres afirmam que gostariam de um ciclo em sintonia com o ciclo lunar, mas é a dança sutil de energias entre o nosso corpo, nossa mente e as fases da Lua que nos trás a variedade profunda, rica e abundante das energias femininas. Dançar apenas com o ritmo do nosso corpo é perder a linda melodia que se entrelaça com ele.
À medida que passamos pelas estações, a Terra também afeta sutilmente as nossas experiências. Por exemplo, na primavera, a nova e vibrante energia da Terra afeta todas as fases do nosso ciclo menstrual – acentuando o arquétipo da Donzela, trazendo mais atividade na fase da Mãe, criando mais jovialidade na fase da Feiticeira, e oferecendo um recuo mais superficial para dentro da Anciã.
Nossa dança é uma dança de três energias – corpo, Lua e Terra. Podemos ser “Dupla Donzela” – experimentando a fase pré-ovulatória na primavera – ou talvez “Tripla Mãe” – experimentando a ovulação no verão, na ocasião da Lua Cheia. Para percebermos a nossa dança, precisamos observar nossos ciclos, desenhando um gráfico com um Disco Lunar ou Disco de Registros, apresentado em Red Moon e Optimized Woman, ou com o aplicativo Flow mobile para Android ou para iphone.

Meditação Dançando com a Lua e a Terra
Para esta meditação, você precisará saber a fase aproximada da Lua, a fase do seu ciclo menstrual, e a estação. Mesmo que você esteja em um local onde não se tem primavera, verão, outono e inverno, você continua vivendo dentro das estações da Terra – embora outros arquétipos climáticos ou do meio ambiente possam influenciar esta experiência. 
Ser uma mulher dançante não é uma ciência – é uma arte!
Se você estiver na pós-menopausa, use a face da Anciã – a mulher espiritual mais velha, mágica – para representar a sua fase.
Você não precisa de um útero físico para fazer esta meditação.
——————-
Feche os olhos e traga a sua atenção para o seu útero, ou para o centro energético do seu útero.
Veja, saiba ou sinta, que uma tigela dourada repousa dentro de sua pelve. A tigela está cheia d’água.   
Na água, você vê a linda face do arquétipo* de sua fase atual.
Sinta suas energias e amor irradiando para fora, preenchendo o seu útero, o seu coração e sua mente.
(Pausa)
Agora, tome consciência da Lua acima de você, refletindo a fase lunar atual. Se a Lua estiver negra, saiba que existe um céu estrelado acima de você.
Sinta a luz da Lua (ou das estrelas) fluindo sobre você e através de você.
Sinta a energia do arquétipo* banhando você em suas energias.
 (Pausa)
Traga a sua consciência de volta para sua tigela, e continue sentindo as energias da Lua.
Sinta as energias da Lua se misturando com o arquétipo em sua tigela, suavizando ou acentuando, expandindo ou concentrando suas energias.
(Pausa)
Agora, tome consciência de que você está sentada numa paisagem que reflete a atual estação da Terra. Sinta o arquétipo* dentro da terra envolvendo-a em suas energias e misturando-se com as energias arquetípicas dentro do seu útero, talvez suavizando alguns aspectos e acentuando outros.
Sente-se na mistura de energias que fluem ao seu redor e através de você. Sinta a paz e a harmonia no centro da dança.
 (Pausa)
Ao concluir a meditação: 
  • Traga a sua atenção para o seu corpo pesando sobre a cadeira ou almofada.
  • Mexa os dedos das mãos e dos pés.
  • Respire profundamente.
  • Sorria!
  • Abra os olhos
—————–
*Arquétipos da Fase, Lua e estação:
ArquétipoFase do CicloFase da LuaEstaçãoEnergiasPercepção
Donzela / Donzela LuminosaFase Pré-ovulatóriaLua CrescentePrimaveraEnergias DinâmicasMente Intelectual
Mãe / Mãe LuminosaFase OvulatóriaLua CheiaVerãoEnergias receptivasMente ‘Sensível”
Feiticeira / Donzela NegraFase Pré-menstrualLua MinguanteOutonoEnergias DinâmicasMente Subconsciente
Anciã / Mãe NegraFase MenstrualLua Negra ou OcultaInvernoEnergias ReceptivasMente ‘Alma’
seus quatro arquétipos femininos, leia o Capítulo 8: Integrando os arquétipos dentro de você (Embracing the archetypes within you),  do livro O Despertar da Energia Feminina (Female Energy Awakening)

21 DE JULHO - Celebração do Dia

Ix Chel
Ano Novo maia, celebrando vários deuses e deusas como , da terra; Akewa, do Sol; Huitaca, da água; Coatlicue, a serpente lunar; Ix Chel, da fertilidade; Xochiquetzal, do amor; Chicomecoatl, do milho; Mayauel, das estrelas e dos sonhos; Chalchiuhtlique, da água e Teteu Innan, da cura.

Celebração da deusa assíria da vegetação Nana, a mãe de Attis, que veio a tornar-se o consorte amado da deusa Cibele. Segundo a lenda, Nana ou Nina era a ninfa que concebeu Attis enquanto carregava uma romã sobre seu seio. No entanto, fontes mais antigas mencionam que o nome de Nana, em seu significado de "rainha", era um dos antigos atributos da deusa babilônica Ishtar ou Inanna, como a padroeira das cidades Ninevah e Lagash.

Nos países eslavos, reverenciava-se a deusa Nan como a criadora da vida e, na AfricaNanã Buruku, como a deusa anciã da água e da terra, responsável pela criação dos seres humanos.



*informações extraídas do livro “O Anuário da Grande Mãe”, de Mirella Faur.  http://www.teiadethea.org/

20 de jul de 2016

3ª BMU (Benção Mundial do Útero) - 18 de agosto

‘As Bênçãos do Útero nos ajudam a viver todos os dias como mulheres “autênticas”.
Ao vivermos com autenticidade, ficamos centradas em nosso coração e empoderadas nas tempestades da vida.’
 Do livro 'Female Energy Awakening', Miranda Gray 
‘Somos tecelãs
quando dançamos, unindo
os ritmos do corpo,
da Lua e da Terra.’
BÊNÇÃO MUNDIAL DO ÚTERO
18 de agosto
Inscreva-se já
http://www.mirandagray.co.uk/register.html
Meditações
para Agosto
Mensagem
de Miranda
Novo artigo
de Miranda
Workshops 2016

Convidamos todas as mulheres ao redor do mundo para nos unirmos...


e trilharmos juntas o caminho do despertar feminino, em 18 de agosto de 2016.
The Womb TreeInscreva-se para receber uma Sincronização da Bênção do Útero – Despertar da Energia Feminina à distância, de Miranda Gray e das Moon Mothers internacionais, em um dos quatro horários diferentes. (Escolha o horário de acordo com o fuso horário de seu país.)
  • 06.00 (horário do Reino Unido) - 02:00 no Brasil
  • 12.00 (horário do Reino Unido) - 08:00 no Brasil
  • 18.00 (horário do Reino Unido) - 14:00 no Brasil
  • 24.00 (horário do Reino Unido) - 20:00 no Brasil
Inscreva-se AGORA para a Bênção do Útero!
As inscrições terminam às 22:00h (horário do Reino Unido) do dia 17 de agosto de 2016.
É sua primeira vez na Bênção Mundial do Útero? > Informe-se aqui sobre como e por que ter acesso online em agosto!

Participando em agosto…


Meditações Arquetípicas Adicionais:Nosso útero está ligado com as estações da Terra, por isso trilhamos um caminho de cura ao longo do ano, ao participarmos das Meditações Arquetípicas:
    Hemisfério Norteo caminho da Feiticeira do Outono – Criando Abundância. Nesta estação de primeiros frutos da colheita, nos unimos às mulheres ao redor do mundo para nos conectarmos à criatividade de nosso feminino selvagem para criar abundância.
    Hemisfério SulAcolhendo o caminho da Donzela da Primavera – Renovação do Útero. Celebramos a renovação de nossas energias femininas! Todos os meses e todos os anos, recebemos o presente maravilhoso de renovação de nossas energias femininas. Juntas, adotamos este milagre dentro de nós.
BANNER 2
As Meditações Arquetípicas Adicionais:
Hemisfério Norte: acolhendo o caminho da Feiticeira do Outono
- Criando abundância -
Hemisfério Sul: Acolhendo o caminho da Donzela da Primavera
- Renovação do Útero -
BÊNÇÃO MUNDIAL DO ÚTERO
18 de agosto
Inscreva-se já, acessando
> http://www.mirandagray.co.uk/
Para mais informações sobre as meditações dos arquétipos, veja o livro 'Female Energy Awakening' (‘Despertar da Energia Feminina’).
Meditação do Raio da Lua:
Após receber a Bênção do Útero, sente-se e respire a cor do Raio da Lua no centro da energia do seu útero, antes de começar a ‘Meditação de Partilha’.
Os Raios da Lua de Agosto: Rosa claro e verde vivo – as cores do coração, suavizadas através da luz da Lua para nos ajudar a amar e aceitar a nossa feminilidade e nos sentir seguras para expressá-la no mundo. Estes raios nos ajudam a viver o nosso empoderamento feminino, de maneira gentil, receptiva e harmoniosa.
Inscreva-se AGORA para a Bênção do Útero!

Uma Mensagem de Miranda

Miranda GrayOs últimos meses têm sido uma alegria, com muitas viagens e ensinamentos. No Brasil, temos atualmente mais de 90 novas Moon Mothers, e na Colômbia, tivemos mais de 100 estudantes Moon Mothers!
Ainda estou maravilhada, honrada e emocionada pela reação das mulheres à Bênção do Útero. Na ocasião da primeira Bênção Mundial do Útero, em fevereiro de 2012, eu não tinha a menor ideia do que o futuro traria. Eu apenas senti, no fundo do meu coração, que era chegada a hora de as mulheres ao redor do mundo despertarem suas energias femininas e viverem sua verdadeira vida feminina.
A visão da Bênção do Útero sempre foi espalhar o despertar feminino ao maior número possível de mulheres, e esta continua sendo a visão em meu coração. No início, eu trilhei este caminho sozinha – mas agora milhares de mulheres caminham comigo. É um enorme privilégio assumir esta jornada com mulheres tão maravilhosas, talentosas e apaixonadas, e ter tantas Moon Mothers novas espalhando a Sincronização Pessoal do Útero ao redor do mundo :o)
Espero que você goste do meu novo artigo sobre a dança entre os ciclos do corpo, as fases da Lua e as estações da Terra (incluindo uma NOVA MEDITAÇÃO), e goste também da história da nova Primeira Mulher, no próximo email de lembrete.
Enviem os e-mails e compartilhem o convite para participar em agosto – a Bênção Mundial do Útero começou com apenas 20 emails! :o)
Beijos e abraços,
Miranda xx

Female Energy Awakening - The new book by Miranda Gray
> http://www.mirandagray.co.uk/


Livros – Novidades:


É uma alegria compartilhar com vocês que o meu novo livro ‘Female Energy Awakening’ será publicado em espanhol.  Obrigada Alfaomega!
Red Moon será publicado pela primeira vez em português, em abril de 2017, pela editora brasileira Pensamento. Foi maravilhoso conhecer todos vocês pessoalmente em abril.
Lembre-se de increver-se agora para a Bênção do Útero, para não perder o prazo!


Workshops para Moon Mother


Novos workshops e locaisClique aqui para ver as datas e locais. (Os workshops são ministrados em inglês, com tradução)
VEJA A LISTA COMPLETA > http://www.wombblessing.com/calendar.html

Faça parte do movimento espiritual mundial para celebração do corpo feminino e do Divino Feminino: registe-se agora e junte-se a mais de 120,000 mulheres e 3000 Moon Mother de mais de 150 países e territórios diferentes!

Junte-se a nós:

Miranda Gray on Facebook Miranda Gray   The Worldwide Womb Blessing on Facebook  The Womb Blessing Attunement


The Womb Blessing Shop - made with Love
Dançando
os seus ciclos
Uma visão
para mulheres
"O que é
uma Moon Mother?"
Miranda
Gray

Parte da magia que você pode sentir nesse boletim vem da ajuda dada pelas muitas voluntárias que participaram nessa realização. Se você tem qualquer ideia ou sugestão para alimentar esta magia, por favor manda um e-mail veronica.womb.blessing@gmail.com. Gratidão!

Grande gratidão a todos os voluntários que traduziram esse boletim: Karine Bodin, Vanina Grisoni, Anja Grubiša, Djaala Ivone, HeliA Paula Kleinhans, Alexandra Lehmann, Valeria Trisoglio (Lelaina Valeria Leo), Anamarija Partl, Karina Pelech, Caterina Pellizzari, Ulrike Remi, Sara Salone, Léonore Vergnault e Aline Verheyen.
Gratidão a todos os que colaboraram para a cocriação deste boletim: Anja Grubiša e Veronica Morosi.

20 DE JULHO - Celebração do Dia

No JapãoO-Bon, o Festival das Lanternas celebrando os Espíritos Ancestrais. Neste dia, limpavam-se as casas, os túmulos, as lapides e os altares. Sacerdotes e monjas, visitavam as casas e os túmulos, recitando sutras sagrados. Para iluminar o caminho dos espíritos ancestrais de volta para suas casas, onde lhes eram oferecidas fartas ceias, inúmeras lanternas e tochas eram acesas pelos caminhos. No dia seguinte, os espíritos voltavam para o além, acompanhados por pequenos barcos iluminados.

Comemoração de Paraskeva, a deusa eslava do amor e da sexualidade, associada à água, à saúde, à fertilidade e ao casamento. Devido a sua popularidade, ela foi adotada pela Igreja Cristã e transformada em santa.

Na Polônia celebrava-se, neste dia, Dodola, a deusa da chuva.

Na Lituânia, as antigas deusas do amor Prende Vakarine, eram invocadas durante o Vainikinas, o festival anual dos namorados, também chamado "A amarração das guirlandas".

Dia de Santa Margareth da Antioquia, a guardiã das crianças, representada montando um dragão e batendo no chão com seu bastão para atrair as chuvas, gesto ritualístico das sacerdotisas da Deusa.



*informações extraídas do livro “O Anuário da Grande Mãe”, de Mirella Faur.  http://www.teiadethea.org/

19 de jul de 2016

19 DE JULHO - Celebração do Dia

Painting of the Barque of Amun is ©1993
Festival Opet, no Egito, celebrando o casamento sagrado de Ísis e 
OsírisÍsis foi a mais completa deusa conhecida na historia da humanidade, venerada durante milênios. Foi durante o reinado de Ísis e Osíris no Egito que as bases e a estrutura da verdadeira civilização foram criadas. Seu culto se difundiu em outros países, dentre eles, principalmente, o Império Romano

O Festival Opet marca o ciclo anual de enchentes do Rio Nilo; por Ísis ser uma deusa da vida e da fertilidade, suas bençãos eram invocadas com celebrações grandiosas e cerimônias sagradas.

Dia consagrado à estrela Sirius ou Sothis, da constelação de Canis Major, chamada também de Canopis ou Olho do Cão. Acreditava-se que Sirius aparecia no leste, na época das inundações do Rio Nilo, para anunciar o renascimento de Osíris. Anúbis, o deus com cara de chacal, guardava a alma de Osíris na estrela até seu renascimento anual.

Em Roma, celebrava-se a união de Vênus, a deusa da beleza feminina e do amor, a Apolo, o belo deus da luz solar e da poesia.

Ritual do Dia:
Comemore sua união criando, juntamente com seu parceiro, um ritual pessoal reverenciando o Deus e a Deusa Interior, reforçando e selando, assim, os laços de amor, compreensão, apoio e colaboração reciproca. Se você estiver passando por uma fase de frieza em sua relação, peça à estrela Sirius que ajude seu amor a renascer e a renovar-se.


*informações extraídas do livro “O Anuário da Grande Mãe”, de Mirella Faur.  http://www.teiadethea.org/