4 de mar de 2017

04 de Março - Deusa Rhiannon

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Dia de Rhiannon, celebrada na Irlanda e no Pais de Gales. Esta bonita deusa galesa regia tanto a alegria e o amor quanto a noite e a morte. Andava em um cavalo branco veloz, vestida com um manto de penas de cisne e acompanhada por pássaros mágicos, cujo canto acordava os mortos e adormecia os vivos. Rhiannon viajava pela Terra levando aos homens os bons sonhos e os pesadelos.


Na Grécia dedicavam-se, neste dia, oferendas a Perséfone e Hecate, reverenciando seu poder protetor na passagem das almas para o mundo subterrâneo.



Rhiannon - DÚVIDA

Eu não tinha certeza
afinal, meu rosto estava sujo de sangue todos os dedos pontavam para mim poderia eu tê-lo assassinado
meu filho ainda criança meu próprio filho
No meu sonho fui acusada
e considerada culpada e duvidi de mim
por sete longos anos
Fiz papel de cavalo para os hóspedes de meu marido Pwyll carregando-os pela corte
levando-os de volta
e foram muitos os momentos em que duvidei de mim eu e todos os outros seres humanos
porque eu era do Além tudo era possível


Resultado de imagem para deusa rhiannonMitologia - Deusa-cavalo galesa do Inferno — Rigatona, ou Grande Rainha
— era o nome original de Rhiannon. Sua história foi reduzida a uma espécie de conto de fadas, e seu nome deixou de ser Grande Rainha. Embora não fosse humana, casou-se com Pwyll, um mortal, e deu-lhe um filho que desapareceu ao nascer. As donzelas que a atendiam esfregaram o sangue de um animal de estimação no rosto de Rhian-non e a acusaram de ter comido o filho. Rhiannon foi condenada a carregar todos os hóspedes do marido nas costas. Quando seu filho reapareceu, depois de sete anos, todos viveram felizes para sempre.

Significado da carta - Rhiannon entra a galope na sua vida para ensiná-la a lidar com a dúvida. Duvidar de alguém ou de alguma coisa quando seus instin-tos lhe dão sinais de alerta é saudável. Ficar todo o tempo duvidan-do de si mesma é negar-se, e isso não ajuda muito. O melhor modo de trabalhar com a dúvida é transformá-la em questionamento. Du-vidar de si mesma não leva a nada. O questionamento traz respostas. Você está presa na dúvida e deixa o otimismo transformar-se em deses-pero, a confiança em pouca auto-estima, a vitalidade em preguiça e procrastinação? A dúvida se acrescenta aos seus medos e a impede de ser bem-sucedida? As dúvidas dos outros levam o barco dos seus sonhos ao naufrágio? Talvez, no que se refere ao mundo exterior, você precise exercitar um pouco mais de ceticismo, em vez de confiar cega-mente. Rhiannon lhe diz para não permitir que a dúvida mine o seu eu sagrado. Questione-se em vez de duvidar, e obterá as respostas de que precisa para prosseguir no seu caminho rumo à totalidade.


Sugestão de ritual: A alquimia da dúvida
Reserve um horário e um lugar em que você não seja interrompida. Sente-se ou deite-se confortavelmente, com a coluna reta, e feche os olhos. Respire fundo e solte o ar lentamente. Inspire mais uma vez profundamente e solte toda a tensão e stress pelo nariz, como se você fosse uma baleia esguichando água. Respire fundo de novo e, enquan-to solta o ar, visualize, sinta ou perceba uma árvore! Pode ser uma árvore que você já conhece ou uma que existe apenas na sua imagi-nação. Inspire profundamente e, ao soltar o ar, fique em pé diante da árvore. Estenda a mão e toque o tronco. Qual é a aparência das folhas? Agora faça seu corpo transformar-se em água e escorrer, entrando pela terra. Sinta-se sendo absorvida pelas raízes da sua árvore.
Agora você está descendo, descendo, descendo cada vez mais e mais fundo. Tudo parece ser seguro e confortável, quente e acolhe-dor à medida que você desce. Você fica mais e mais relaxada à medida que se aprofunda. Avista uma amazona galopando num cavalo branco. E Rhiannon, e você pede que ela pare. Ela pára, desce do cavalo e caminha na sua direção. Você diz a ela que precisa da sua ajuda para transformar suas dúvidas, e ela concorda em ajudá-la. Você fala sobre a primeira dúvida e ela traduz em forma de pergunta. Você responde. Depois faz o mesmo com a segunda dúvida e, assim por diante, até ter confiado a Rhiannon todas as suas dúvidas, até que ela as transformasse em perguntas para você responder. Você lhe agra-dece pela ajuda, e ela lhe pede um presente. Você oferece o presente a ela, de coração. Então Rhiannon monta em seu cavalo e sai a galope, enquanto você volta à raiz da árvore.


Adentrando a raiz, você sobe, sobe, sobe cada vez mais, sentindo-se confiante, segura e revigorada, equilibrada. Você chega ao tronco da árvore e salta por um ramo, caindo no chão em frente da árvore. Respire fundo e, ao soltar o ar, volte ao corpo. Inspire profundamente outra vez, e ao expirar, abra os olhos. Seja bem-yinda!


*data extraída da Mandala Lunar 2017Ieve Holthausen, Naíla Andrade e Vic Campello 
*informações extraídas do livro “O Anuário da Grande Mãe”, de Mirella Faur & "O Oráculo da Deusa" de Amy Sophia Marashimsky. *imagem da internet

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